Pergunta:
como era a economia de juda?
A economia do antigo povo judeu era predominantemente agrícola, centrada na posse da terra, colheitas e criação de gado. Práticas econômicas eram influenciadas por leis religiosas, como o ano sabático. Ao longo da história, durante a diáspora, os judeus também se envolveram em comércio, finanças e outras atividades econômicas nas sociedades em que viveram.
Como era a economia de Judá?
A economia do Reino de Judá, durante a Idade do Ferro, experimentou um crescimento constante em urbanização, população e economia durante os séculos IX e VIII a.C. A agricultura desempenhou um papel significativo na vida econômica de Judá. Além disso, no século VII a.C., a população do reino aumentou muito, prosperando sob o vassalato assírio.
No entanto, por volta de 586 a.C., grande parte de Judá havia sido devastada, e o antigo reino sofreu um forte declínio tanto de sua economia quanto de sua população¹. Após a queda do Reino de Judá, a região foi anexada como uma província babilônica.
Explicação:
A Idade do Ferro é o período da cultura humana caracterizado pela fundição e uso de ferro, começando um pouco antes de 1000 a.C. no oeste da Ásia e no Egito. É a última época dos três períodos históricos da Idade dos Metais, após a Idade do Cobre e a Idade do Bronze. Esses conceitos se originaram na descrição da Idade do Ferro na Europa e no Oriente Próximo, mas agora incluem outras partes do Velho Mundo.
Embora o ferro meteorítico tenha sido usado por milênios em muitas regiões, o início da Idade do Ferro é localmente definido em todo o mundo por convenção arqueológica quando a produção de ferro fundido (especialmente ferramentas e armas de aço) substitui seus equivalentes de bronze em uso comum. Na Anatólia e no Cáucaso, ou no sudeste da Europa, a Idade do Ferro começou no final do 2º milênio a.C. (c. 1300 a.C.). No Oriente Próximo Antigo, essa transição ocorreu simultaneamente com o colapso da Idade do Bronze, no século 12 a.C. A tecnologia logo se espalhou por toda a região da Bacia do Mediterrâneo e para o sul da Ásia entre os séculos 12 e 11 a.C.
(Professor Eleilçon Corrêa
Mestre em História).