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-Você sabia que, na década de 1960, o estudante com deficiê

Resposta para a questão: -Você sabia que, na década de 1960, o estudante com deficiência só poderia ser matriculado em uma turma comum quando estivesse “pronto” para acompanhar os demais colegas nas atividades? Somente alguns ingressavam. Quando não alcançava o ideal esperado, permanecia fora, numa classe especial ou nas escolas especiais, que ficavam localizadas longe das regiões centrais da cidade, pra ninguém ver. Se você nasceu antes dos anos 2000, provavelmente teve pouca ou nenhuma chance de estudar, aprender e conviver com colegas com deficiência na escola. As famílias tinham vergonha e isolavam os filhos com deficiência em casa. Muitos eram encaminhados a hospitais psiquiátricos. O resultado desse modelo de sociedade discriminatório é que, ainda hoje, a gente acha “normal” segregar as pessoas com deficiência, como se elas fossem o problema, o desvio da norma, ou como se fossem excepcionais, que demandam tratamentos também da ordem da excepcionalidade. Pois é estamos em 2020 e desde os anos de 1990, temos lutado incansavelmente por uma educação especial inclusiva, com recursos adequados, professores especializados e muitas outras ações. A Deliberação do Conselho Estadual de Educação de MS 11.883 de 05 de Dezembro de 2019, que dispõem sobre a educação dos alunos público da educação especial no Sistema Estadual de Ensino de MS, em sua Seção I, determina as ações necessárias, para garantir os direitos de aprendizagem desses alunos no ensino comum. Considerando o que estudou e aprendeu sobre o tema, e os dispositivos trazidos pela Deliberação CEE/MS 11.883, descreva qual ação mais complexa de ser implementada no contexto do ensino comum.

Pergunta:

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-Você sabia que, na década de 1960, o estudante com deficiência só poderia ser matriculado em uma turma comum quando estivesse “pronto” para acompanhar os demais colegas nas atividades? Somente alguns ingressavam. Quando não alcançava o ideal esperado, permanecia fora, numa classe especial ou nas escolas especiais, que ficavam localizadas longe das regiões centrais da cidade, pra ninguém ver. Se você nasceu antes dos anos 2000, provavelmente teve pouca ou nenhuma chance de estudar, aprender e conviver com colegas com deficiência na escola. As famílias tinham vergonha e isolavam os filhos com deficiência em casa. Muitos eram encaminhados a hospitais psiquiátricos. O resultado desse modelo de sociedade discriminatório é que, ainda hoje, a gente acha “normal” segregar as pessoas com deficiência, como se elas fossem o problema, o desvio da norma, ou como se fossem excepcionais, que demandam tratamentos também da ordem da excepcionalidade. Pois é estamos em 2020 e desde os anos de 1990, temos lutado incansavelmente por uma educação especial inclusiva, com recursos adequados, professores especializados e muitas outras ações. A Deliberação do Conselho Estadual de Educação de MS 11.883 de 05 de Dezembro de 2019, que dispõem sobre a educação dos alunos público da educação especial no Sistema Estadual de Ensino de MS, em sua Seção I, determina as ações necessárias, para garantir os direitos de aprendizagem desses alunos no ensino comum. Considerando o que estudou e aprendeu sobre o tema, e os dispositivos trazidos pela Deliberação CEE/MS 11.883, descreva qual ação mais complexa de ser implementada no contexto do ensino comum.

Respostas

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A implementação mais complexa no ensino, conforme a Deliberação CEE/MS 11.883, está na adequação da infraestrutura física das escolas para atender às necessidades específicas dos alunos da educação especial, pois essa ação demanda recursos financeiros consideráveis para adaptar as estruturas existentes, e ainda exige uma grande mudança cultural.

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A transformação cultural envolve superar barreiras atitudinais e promover um ambiente educacional verdadeiramente inclusivo, onde a acessibilidade seja incorporada de maneira integral, desde ambientes físicos até o uso de tecnologias assistivas.

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A complexidade está intrinsecamente ligada a promover uma conscientização e capacitação abrangentes para os professores, para se assegurar a plena inclusão e o respeito à diversidade no ambiente educacional.

#SPJ1

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Revisado e Atualizado por

Guilherme

Desenvolvedor Full Stack com formação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS). Especialista em tecnologia e SEO, dedicando a transformar informações complexas em guias práticos e acessíveis no portal Toda Matéria.

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