Pergunta:
Searle e Austin dedicam seus estudos a contemplar e discutir os atos de fala. Apesar de assumirem perspectivas diferentes, é possível verificar pontos em comum em relação às propostas dos autores. Qual alternativa melhor condensa os pontos em comum entre Austin e Searle? Escolha uma opção: a. Ambos assumem que o ato de fala é um modo de agir no/pelo contexto interacional. b. Ambos assumem que o ato de fala é basicamente um ato de percepção do contexto interacional. c. Ambos propõem que os atos de referir e predicar compõem uma parte do ato de fala em um contexto interacional. d. Ambos ignoram a função das intenções dos interlocutores envolvidos em um contexto interacional. e. Ambos assumem que o ato ilocucional não provoca eventuais efeitos que reverberam em um contexto interacional.
A alternativa a é a melhor resposta, pois reflete um ponto de concordância fundamental entre Austin e Searle. Ambos os autores consideram que os atos de fala são ações realizadas por meio da linguagem. Para Austin, essa ação é performativa, ou seja, ela é realizada no próprio ato de fala. Para Searle, a ação realizada no ato de fala é ilocucional, ou seja, ela é o propósito comunicativo do ato de fala.
A concordância
Em gramática, a concordância é a relação de harmonia entre as palavras de uma frase, em termos de gênero, número, pessoa, tempo, modo ou voz. A concordância é importante para garantir a clareza e a compreensão da mensagem.
Existem dois tipos principais de concordância: a concordância nominal e a concordância verbal.
Concordância nominal
A concordância nominal é a relação de harmonia entre o substantivo e os seus determinantes, como artigos, adjetivos, pronomes e numerais. A regra geral da concordância nominal é que os determinantes devem concordar com o substantivo em gênero e número.
Concordância verbal
A concordância verbal é a relação de harmonia entre o verbo e o seu sujeito. A regra geral da concordância verbal é que o verbo deve concordar com o sujeito em número e pessoa.
A concordância é importante para garantir a clareza e a compreensão da mensagem. Quando as palavras de uma frase não concordam, a mensagem pode ficar confusa ou até mesmo incompreensível. Por exemplo, a frase “A menina bonita canta” é clara e compreensível, pois o substantivo “menina” (feminino singular) concorda com o adjetivo “bonita” (feminino singular) e com o verbo “canta” (singular). No entanto, a frase “A menina bonitas canta” é confusa, pois o substantivo “menina” (feminino singular) não concorda com o adjetivo “bonitas” (plural feminino).
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